Investimentos
Renda fixa
Previsibilidade e segurança para os destinos com prazo definido.
Renda fixa é a classe de investimentos onde as regras de remuneração são conhecidas no momento da aplicação. Você sabe (ou tem alta previsibilidade sobre) quanto vai receber e quando, o que faz dela a escolha natural para dois usos no Mappa da Vida: a base de segurança (reserva de emergência com três a seis meses de despesas essenciais em alta liquidez) e os destinos com prazo definido, como entrada de imóvel, faculdade dos filhos ou viagem planejada.
Como funciona
- 1Mappa da Vida: o Planejador identifica o status da sua base de segurança e mapeia seus destinos com prazo, classificando cada um por horizonte (até 1 ano, 1–3 anos, 3–10 anos, 10+ anos).
- 2Alocação por destino: cada objetivo recebe uma alocação específica em renda fixa. Liquidez imediata vai para Tesouro Selic ou CDB liquidez diária; prazos médios para CDBs prefixados ou LCI/LCA; prazos longos podem combinar com inflação (IPCA+).
- 3Acompanhamento e rebalanceamento: conforme os prazos se aproximam ou as taxas de mercado mudam, o Planejador ajusta a alocação.
Benefícios
- Curadoria de produtos por horizonte do objetivo
- Acesso a CDBs, LCIs, LCAs e fundos da plataforma BTG Pactual / Lifetime
- Acompanhamento pelo Planejador a cada revisão semestral
Para quem faz sentido
- Todo cliente, no primeiro momento, base de segurança é universal.
- Pessoas com objetivos de curto e médio prazo definidos (entrada de imóvel, troca de carro, viagem, faculdade).
- Perfis conservadores ou em fases de vida que exigem mais previsibilidade.
- Clientes em fase de transição, pré-aposentadoria, transição de carreira, mudança de país.
Perguntas frequentes
- Qual a diferença entre Tesouro Selic e CDB liquidez diária?
- Tesouro Selic é título público (risco do governo federal, o mais baixo do mercado brasileiro); CDB é título bancário (risco do banco emissor, coberto pelo FGC até R$ 250 mil por CPF por instituição). Para a base de segurança, ambos cumprem o papel, a escolha entre eles é por rentabilidade líquida e conveniência.
- Renda fixa hoje rende mais que poupança?
- Quase sempre, sim, especialmente em cenários de Selic acima de 6% ao ano. A poupança tem regra própria de remuneração e em geral perde para Tesouro Selic e CDBs de boa rentabilidade.
- O que é FGC e por que importa?
- Fundo Garantidor de Créditos. Cobre até R$ 250 mil por CPF por instituição emissora (CDB, LCI, LCA, LC), limitado a R$ 1 milhão a cada 4 anos. É a garantia que diferencia investimentos bancários elegíveis ao FGC dos demais.
- LCI e LCA valem mais a pena que CDB?
- Depende. LCI/LCA são isentos de IR para PF, então uma taxa de 90% do CDI em LCI pode equivaler a um CDB de 110%+ do CDI. Mas LCI/LCA têm prazos mínimos (geralmente 90 dias a 9 meses sem liquidez). A comparação líquida é caso a caso, o Planejador faz.
- Posso perder dinheiro em renda fixa?
- Em renda fixa pós-fixada (Selic/CDI), dificilmente o valor cai, mas a rentabilidade pode ser menor que a inflação em períodos específicos. Em prefixados e IPCA+, se você vender antes do vencimento e as taxas de mercado subiram, pode haver marcação a mercado negativa. Por isso o produto é casado com o horizonte do objetivo.
- Renda fixa paga imposto?
- Sim, com exceções. Tesouro Direto, CDB, fundos de renda fixa: tabela regressiva de IR (22,5% até 180 dias, caindo para 15% acima de 720 dias). LCI, LCA, debêntures incentivadas: isentos de IR para PF.
- Quanto preciso para começar?
- Tesouro Direto: a partir de aproximadamente R$ 30. CDBs de plataforma: a partir de R$ 100–R$ 1.000 dependendo do produto. O critério mappi é começar pela base de segurança, qualquer que seja o valor.